24/04/2017
Dívidas trabalhistas, fiscais e com fornecedores são principal desafio para recuperação do caixa das empresas

São Paulo (SP) - Na esteira da esperada recuperação da economia, com um 2017 de estagnação e 2018 com leve retomada, segundo estudos da Corporate Consulting (especializada em reestruturação de empresas), executivos e empresários buscam a recuperação, muitas vezes judicial, de seus negócios para retomar a capacidade de investir.

E nesse processo de turnaround, no jargão do mercado, um dos pontos que demandam mais atenção é o alto nível de endividamento das companhias e o impacto disso no caixa - 30% das dívidas são contraídas com bancos, enquanto os outros 70 dizem respeito a dívidas trabalhistas, tributárias e com fornecedores.

“Isso denota uma necessidade de austeridade nos ajustes das empresas, inclusive para reconquistar a confiança dos credores e financiadores. Processos de recuperação profissionais resultam em mais credibilidade, e estão conseguindo alongar os passivos para patamares muito satisfatórios, desafogando as empresas e recuperando capacidade de investimentos”, comenta Luís Paiva, presidente da Corporate. Ele aponta casos em que as renegociações com instituições financeiras chegam ao prazo de 20 anos e deságios de 50%.

Em debate realizado pela consultoria com especialistas em economia e reestruturação de empresas, Luiz Rabi, economista-chefe da Serasa confirmou o alto endividamento empresarial: “Temos cerca de nove milhões de empresas operando hoje no Brasil, e quase cinco milhões estão inadimplentes”. Rabi acrescentou, ainda, onze situações de inadimplência por CNPJ.
Se o endividamento é alto, a Serasa revelou, por outro lado, que os pedidos de recuperação judicial nos primeiros três meses do ano caíram em comparação ao mesmo período de 2016 – 322 pedidos neste ano, contra 409 no anterior (-21%).

“A queda no pedido de pedidos de RJ não denota uma situação mais tranquila para as empresas, como pode parecer à primeira vista”, explica Luís Paiva. “Aqueles que não demonstrarem um plano muito estruturado e concreto de recuperação não conseguirão acesso a novos financiamentos, e podem estar agravando a situação num momento de baixa liquidez”.

Rabi, da Serasa Experian, endossa o difícil acesso ao capital: “O crédito bancário cai em termos reais, portanto fontes alternativas de financiamento estarão em alta em um 2017 que não será fácil para as empresas”.

Sobre a Corporate Consulting

A Corporate Consulting, é responsável pela reestruturação empresarial de quase 400 companhias de diferentes segmentos de mercado. Sob a liderança de Luís Alberto de Paiva, a Corporate presta serviços de Gestão de Crise e Reestruturação, Recuperação Judicial, Governança Corporativa, Finanças Estruturadas, Controladoria, Treinamento e Capacitação de Executivos, e Investimentos, sendo hoje um dos maiores players de reestructuring no Brasil.

Comunicare
Assessoria de Imprensa da Corporate Consulting
11 5594 4174



Fonte: Comunicare
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